Mercado de apps está em alta: saiba como empreender ou investir na profissão

Você sabe quantos aplicativos tem no smartphone? Provavelmente, já perdeu a conta. É que os apps estão tão presentes na nossa rotina que é difícil imaginar passar um dia sem usar ao menos um deles. Ouvir música, assistir vídeos, marcar consulta médica, organizar o orçamento, ler notícias, chamar transporte, buscar passagens aéreas mais baratas, falar com amigos, dentre várias outras coisas.

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Mas como desenvolver um produto que se destaque em um segmento com tantas opções? Para Matheus Costa, coordenador do curso Mobile Android da escola Digital House, a dica é focar na resolução de problemas. “Aplicativos como o ‘Duolingo’ fazem sucesso por permitir aproveitar o pouco tempo que temos livre para aprender um idioma. Já os de investimento estão ganhando espaço por usar inteligência artificial para realizar o papel de uma corretora, mas com taxas bem inferiores. Quase todas as áreas são promissoras, desde que você traga soluções para algo prático.”

O melhor caminho para adquirir conhecimento técnico é investir em boa qualificação. Agora, engana-se quem acha que são necessários anos e anos de estudo para começar a desenvolver um aplicativo. A Digital House, por exemplo, oferece o curso Mobile Android que, em cinco meses, capacita pessoas que jamais tiveram qualquer contato com programação a criarem seus próprios “apps” no sistema operacional mais popular do mercado, adotado por cerca de 80% dos celulares.

“Os alunos aprendem conteúdos teóricos de programação e design e colocam tudo isso em prática em um projeto desenvolvido paralelamente ao curso. Ao final dos cinco meses, os participantes produzem aplicativos que são publicados na PlayStore”, afirma Costa.

O perfil dos que têm se matriculado no curso mostra o quanto é diverso o público que busca empreender nesse mercado. São desde jovens interessados em seguir carreira na área de tecnologia até profissionais bem-sucedidos em outros setores, mas que querem ampliar sua visão sobre o segmento. “Tivemos, inclusive, o caso de uma aluna que trabalhava visitando prédios para elaborar relatórios de acessibilidade dessas edificações. Como era algo muito mecânico e repetitivo, ela decidiu usar os conhecimentos adquiridos para criar uma ferramenta que automatizasse esse processo via smartphone”, comenta o representante da Digital House.

FONTE: Estadão

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